Vaga para a Copa do Mundo depende de 3 vitórias dos Tupis

11/04/2013
Vaga para a Copa do Mundo depende de 3 vitórias dos Tupis

Entenda neste infográfico da IRB o caminho das eliminatórias americanas para a World Rugby Cup England 2015.

O que se disputa?

As melhores seleções do continente, com exeção da já classificada Argentina, lutam por duas vagas á Copa e mais uma vaga na repescagem.

 

A caminhada dos Tupis nas eliminatórias IRB para a Copa do Mundo 2015 começou no dia 27 de outubro. Naquela quente jornada no Estádio Nacional, de SP, o Brasil encarou o Paraguai e garantiu a participação no torneio sulamericano “CONSUR A”.

 

Junto com a Argentina, Chile e Uruguai, o Brasil irá encarar a principal competição do rugby da America do Sul, de 27 de abril até o 4 de maio. 

Os Pumas participam do CONSUR A pela taça de campeão sulamericano. Já para os Tupis, os Condores e os Teros, a competição tem, também, o atrativo da disputa pela 2º vaga do continente para a World Rugby Cup.


Por que o Brasil deverá jogar no Chile e depois no Uruguai?

Como o mando de campo nas eliminatórias é privilégio do melhor qualificado no ranking IRB, o Chile fez valer o seu direito e receberá os Tupis em casa, para depois continuar a disputa do sulamericano em Montevidéu.

 

Como se define a vaga?

O melhor colocado entre o Brasil, Chile e Uruguai qualifica para a seguinte fase das eliminatórias, que será uma disputa em jogo único com o perdedor da partida entre Estados Unidos x Canadá. Quem vencer estará classificado. O derrotado ainda terá a chance de uma repescagem.

 

O que o Brasil precisa?

A pesar de remotas, as chances do Brasil estar na Copa de 2015, passam necessariamente por vitórias ante o Chile e o Uruguai. E mais uma terceira contra os Estados Unidos ou Canadá, ou (se derrotado) na última repescagem, provavelmente com um representativo da Europa.

 

Veja abaixo o infográfico completo:

Fonte: www.rugbyworldcup.com/qualifying/americas

O fantástico try dos All Blacks

14/03/2013
O fantástico try dos All Blacks

Christian Cullen foi o jogador N° 952 a vestir a camisa dos All Blacks, marcando 46 tries em 58 tests matches. Um deles infaltável nas videotecas do bom rugby: o try que marcou aos Wallabies pelo 3 Nations de 2000, em Wellington.

Por como se concebeu a jogada, foi considerada pelo NZ Herald, a melhor jogada ensaiada da história do rugby.

Trata-se de um lineout kiwi que movimenta todos os seus “gordos” e a linha de backs completa. Ao chegar na lateral oposta do lineout, acontece uma dupla-tesoura entre o wing, o ponta cego e o fullback.

Em outras palavras: todos os 15 jogadores tiveram participação ativa e perfeitamente coordenada na jogada.

Se o try de Gareth Edwards de 1973 foi considerado o melhor da historia, poderíamos descrevê-lo como o melhor por “talento individual”. E o try de Christian Cullen seria o melhor por “talento coletivo”.

Sem dúvidas, sensacional!

Um dia de festa e muito aprendizado

11/03/2013
Um dia de festa e muito aprendizado

Num belo evento, as equipes da cidade de Caxias do Sul, Serra RC e Walkirians RC, receberam neste sábado as equipes do Pampas RC (São Leopoldo) e da Associação Riograndense de Rugby (Rio Grande) para treinos conjuntos e jogos amistosos.

O dia começou cedo no campo do Walkirians, com um treino coletivo orientado pelo treinador francês Julien Lemouzy, e auxiliado pelo argentino Raúl Nieto. Todas as equipes realizaram movimentos técnicos e nivelatórios, onde os novatos conseguiram aprender movimentos básicos e os jogadores mais experientes aperfeiçoaram as destrezas individuais.

Não bastasse a bela paisagem que cerca o campo, os visitantes puderam sentir-se realmente na serra, com um almoço preparado e servido pelo simpático pessoal da Capela Santo Anselmo, especialistas em comidas com estilo colonial.

E o melhor ainda estava por vir.

Na sequência do “Rugby Day” aconteceram jogos amistosos, onde cada XV era conformado por atletas de 2 equipes. Um rodízio garantiu que todos os novatos participassem com jogadores do mesmo nível.


Numa louvável atitude e em perfeita harmonia, todas as equipes compartilharam colegas, e enfrentaram times compostos por atletas de dois ou mais clubes. O mix de camisas coloria pitorescamente o verde gramado. E os jogadores, em excelente comportamento, foram atores de uma verdadeira celebração do rugby.


As equipes femininas do Serra e Atléntico Sul (Associação Riograndense de Rugby) também disseram presente e realizaram jogos reduzidos durante os intervalos das partidas masculinas.

O responsável pela arbitragem foi o Giancarlo Bristot, juiz da FGR com capacitação CBRu, acompanhado por assistentes que realizaram recentemente o curso de arbitragem de nível 1. Cumprindo um papel de educadores em todo momento, colaborando na interpretação das leis do jogo e tirando dúvidas. 

A organização do evento foi impecável e o terceiro tempo muito animado e integrador. O rugby viveu um dia de festa, os rostos dos participantes denotavam aquela satisfação que mais tarde transformará-se em ansiedade para iniciar o árduo calendário 2013 da Federação Gaúcha de Rugby.

 

 

Créditos das imagens: Bruno Leonardelli - Aldo Tamagusuku.

Confira a galeria completa do Bruno Leonardelli no flickr: http://www.flickr.com/photos/bpleonardelli/sets/72157632965360194/with/8548789990/

Novas Leis do Jogo IRB

06/11/2012
Novas Leis do Jogo IRB

Na continua busca pelo aperfeiçoamento do jogo, a IRB-International Rugby Board (equivalente á FIFA do rugby), coloca em testes 5 novas leis do jogo.

As alterações regulamentarias foram aprovadas na reunião anual do Conselho da IRB realizada no dia 5 de novembro em Dublin. O processo de análises iniciou-se por sugestões das uniões internacionais, e foram implementadas no inicio de temporada: para o hemisfério norte em agosto de 2012 e para o hemisfério sul em janeiro de 2013.


O que muda?

Lei 16.7 - RUCK: A bola deverá ser colocada em jogo dentro dos 5 segundos de acontecido o ruck, mediante aviso do juiz para utilização. A punição em caso de infracção será: scrum.

Esta variação é a de maior impacto no jogo. O limite de tempo tornará o jogo mais dinâmico e obrigará aos times a utilizar fases mais rápidas. O objectivo é estimular a marcação de mais pontos durante as partidas.

Lei 19.2 (b) - Line Out: Para efectuar um Lançamento Rápido, o jogador pode estar em qualquer lugar fora do terreno de jogo entre a linha de touch e a linha de ingoal.

Lei 19.4 - Reposição: Se a bola sair da linha de touch após um knock on, o time não infractor poderá escolher entre um line out no ponto onde saiu a bola, ou um scrum onde aconteceu o knock on.

Lei 21.4 - Opções e requisitos de penais e free kicks: Alternativa de line out. O time que recebe um penal ou free kick num line out poderá escolher disputar um novo line out (cobrado por si mesmo), além da opção de poder escolher scrum.

 

5 - Conversão: o chute deverá ser efectuado dentro dos 90 segundos posteriores á conquista do try.

Durante este período, o Conselho da IRB também colocará a prova outras 3 alterações nas regras, as quais definirá como validadas após analise da fase de testes:

1: Estender a jurisprudência do TMO á incidências no campo de jogo perante situações onde seja observado jogo desleal.

2: Na janela internacional de novembro, será permitido aos times contar com 8 reservas durante os Tests Matches. Sendo que o jogador reserva adicional será um forward da primeira linha.

3: Sevens: devido ao aumento de participações e procurando o bem-estar físico dos jogadores do Circuito Mundial, serão permitidas 5 substituições por partida.

 

 

Consultado sobre as alterações ás leis do jogo, o Presidente do IRB, Bernard Lapasset, disse: "Temos a responsabilidade colectiva de garantir que o jogo seja agradável, e possível de ser jogado em todos os níveis. Considerando jogadores, juízes e espectadores, e sempre preservando a integridade física dos jogadores". Finalmente complementou admitindo que "é essencial que após o período de prova destas alterações, as decisões sejam tomadas com base no beneficio do rugby mundial".

 

Brasil recebe a Copa do Mundo de Rugby

26/10/2012
Brasil recebe a Copa do Mundo de Rugby

A copa do mundo de rugby será exposta durante a partida Brasil x Paraguai, valido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de Rugby 2015.

 

 

O test será disputado neste sábado 27, ás 13h30m no Clube Nacional, em SP. E terá transmisão ao vivo pela SporTV.



Do que ela é feita?


Construída em prata, com cobertura de ouro, mede 50 centímetros de altura e tem aproximadamente 2 quilos de peso. Feita em 1906 na casa de jóias Garrads, de Londres, na realidade é uma réplica de uma copa criada em 1730 pelo famoso joalheiro francês Paul de Lamerie.

Inicialmente concebida como peça decorativa para a nobreza inglesa, passou por diversas casas vitorianas da Inglaterra, e o destino fez que retorne ao seu lugar de origem. Quando os donos decidem vende-la, e a casa Garrads a adquire em 1987.

Nessa mesma época, os organizadores da primeira copa do mundo de rugby estavam a procura de um troféu para a competição. Não demorou em ser escolhida pelo Presidente da RWC e o Secretário da IRB. O casamento com o rugby estava selado.



1987 - Na terra do Haka


Os primeiros em conquistar a Copa foram os All Blacks, no mundial organizado na Nova Zelândia. Muitos acreditavam que permaneceria por lá por muitas edições, mas curiosamente só voltou a ser erguida pelos homens de preto quando os kiwis receberam novamente a competição, em 2011.


A primeira edição da World Rugby Cup foi em 1987, um evento pequeno se comparado com as proporções atuais do certame. Foi pouco divulgada, mas gerou muita difusão posterior, aconteceu numa época em que disputavam-se poucas copas, mas o seu legado foi importante: surgiram a Heineken Cup, 5 Nations (depois 6), o Super Rugby e varias outras. 

Alguns especialistas apontam á Webb Ellis Cup como responsável pelo ponta-pé inicial do movimento que levou ao profissionalismo.


 O sucesso daquela primeira edição, passou longe da receita gerada, e sim pela competitividade que despertou, o que levou ás seleções a uma nova fase de preparo.



1991 - Hemisfério norte x Hemisfério sul


Na segunda vez que entrou em disputa, a copa teve a particularidade de ser disputada em 5 paises: Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales, e França. Os participantes do denominado 5 Nations daquela época. Os candidatos eram os All Blacks, mas os européus pareciam dispostos a fazer tudo para deixar a copa no velho continente.

Finalmente vencida pela Austrália, a Rainha Isabel entregou a copa para Nick Farr-Jones, o capitão dos Wallabies. Nela, os aussies beberam muita cerveja, e a apelidaram de “Bill”.


1995 - Instrumento de inclusão social


Depois da nefasta política social sofrida pela África do Sul, a Copa do Mundo transforma-se numa ferramenta de mudança na sociedade, que acabou com um Nelson Mandela dando uma lição de civismo que marcou a história. Algo do que o rugby orgulha-se muito de ter sido participe.

No surgimento do grande Jonah Lomu, a copa acabou sendo erguida pelo Francois Pienaar, capitão Springbok, numa cena que acabou retratada no filme Invictus, de Clint Eastwood.



1999 - Retorno á Europa


Em Gales a história repetia favoritos e o rugby contrariava apostadores, “again”. 

Os candidatos eram os All Blacks, o passo pela semi-final o seu carrasco, e a Rainha entregando a copa novamente aos australianos.

Naquela época os Wallabies atravessaram uma fase onde conquistaram tudo o que disputaram. Nas vitrinas da Australian Rugby Union a Copa ficou muito bem acompanhada.



2003 - Do Hemisfério sul para o Hemisfério norte


Organizada pela Austrália, a viagem continental iria tomar o caminho inverso. Pela primeira vez seria erguida por um selecionado europeu.

Aquela copa teve um herói: Jonny Wilkinson. O exímio chutador inglês foi vital para a conquista da Inglaterra. Sendo até merecedor de uma estátua, e coreógrafo da postura de chute mais famosa do mundo.

No retorno, o XV da rosa arribou ás 5 AM no aeroporto, onde era esperada por centos de miles de fanáticos. No percurso feito pelas ruas de Londres, foi celebrada por mais de 1 milhão de pessoas. Ainda teve passagem pelo Palácio de Buckingham para visitar a Rainha Isabel, tal vez a pessoa que mais tenha segurado em mãos a copa, em campanhía de um capitão campeão do mundo. 



2007 - Despertador Puma tocando no Brasil


A copa celebrada na França e vencida pelos Springboks serviram para atrair muitos dos atuais jogadores brasileiros. A “nova guarda” certamente foi influenciada pela ampla divulgação do evento. E cabe ser recordada também pelos Pumas de bronze, coração de ouro. Na melhor participação argentina em mundiais, o gigante brasileiro acordava para o rugby.

Nesta edição, a copa já era a terceira maior audiência mundial da TV, e os números do mundial se equipararam com os do mundial de futebol também organizado pela França em 1998.



2011 - O rugby no seu Éden


Uma copa visualmente impactante, a cada execução do Haka na terra dos Maoris, a plateia se estremecia. O rugby na sua génesis.

Os All Blacks conseguem novamente vencer a Webb Ellis Cup após uma brutal demonstração de fortaleza física, com a técnica de sempre.

A ultima edição da copa foi um verdadeiro sucesso de bilheterias. Os organizadores investiram U$310 milhões, conseguindo arrecadar U$230 milhões somente na venda de tickets. O ROI de marketing superou os U$400 milhões em todo conceito.



2012 - Brasil


A honrosa visita obedece a uma política do IRB, de acompanhar a primeira e as mais importantes partidas das eliminatórias para a Copa do Mundo de Rugby.

A copa também transita diversos países em eventos, correspondentes a uma campanha de marketing da Heineken.


Esta visita não será a última, a esperamos nas próximas eliminatórias para os mundiais. Mas o principal convite para retornar foi feito pelo Presidente da CBRu, Sami Arap, ao anunciar a candidatura do Brasil para organizar as edições de 2023 e 2027.


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