Carta de um novato do rugby

15/02/2012
Carta de um novato do rugby

Recebemos uma carta do Fellipe, um novato do rugby dando os seus primeiros passos no mundo oval. Como achamos filedigna da realidade de muitos, por isso publicamos a seguir, confira!

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Há pouco tempo, comecei a conhecer o rugby e acompanhar mais o esporte. Nada demais, vi alguns jogos, alguns vídeos na internet, conversei com um pessoal ligado ao rugby, mas ainda não havia sequer encostado numa bola. Não por falta de vontade, mas por dificuldade em encaixar horários, disponibilidade e tudo mais. Coloquei na minha cabeça um projeto de logo após minha formatura na Universidade (que curso de noite) iniciar treinos de forma mais efetiva, mas isso só em 2014. Foi quando no início deste mês um amigo me disse que estava jogando rugby e me convidou a ir a um treino do time. No dia 11 de fevereiro fui até o Parque Ecológico da Pampulha pela manhã e conheci ali o Inconfidência Rugby Clube. Numa manhã intensa, tive uma aula de rugby com paciência, ajuda e empenho por parte dos - agora - meus colegas de time.

Talvez o Rugby tenha nele algo que os outros esportes não têm. A paixão dos jogadores de seus clubes pelo esporte é real e coletiva. Em outros lugares, o esporte é uma arma para atingir objetivos profissionais, enriquecer. Mas no rugby não. Nos rapazes do "Guará" há um amor por Rugby que causa arrepios. Em condições difíceis, com pouco material de treino, tendo que dividir o espaço com "peladeiros do futebol", treinando num campo esburacado, não teve NENHUM que desanimasse ao passar da manhã.

A ponto de começar a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro, o Inconfidência não tem patrocinadores, uniformes novos, nem todos os atletas têm chuteiras. Não há apoio, a não ser de nós mesmos.

Quem sabe isso basta? Mas não deve bastar. O Rugby precisa de ajuda. Falo não apenas em meu nome, mas em nome de todos os jogadores de clubes novos que fazem o possível para ajudar o rugby a crescer. Precisamos de apoio financeiro. Valorize o rugby do seu estado, porque o rugby valoriza seu estado!

O Inconfidência carrega no uniforme bandeira de Minas Gerais, tem o vermelho-sangue como cor e o Lobo-guará como mascote. Aonde quer que nós vamos, seja nas cidades onde vamos disputar o Campeonato, nos locais de treino, nas salas de aula, churrascos de família, internet e o mundo estamparemos nosso estado porque levaremos conosco o Inconfidência, levaremos conosco o Rugby.

Nós fazemos isso por um sonho. Há muitos por aí, treinando em campos improvisados, do Sul ao Norte, que também lutam por um sonho. E aos poucos vamos crescendo o esporte, virando notícia, voltando o Brasil ao circuito mundial.

Invista no Rugby Brasileiro. E veja que, mesmo após um dia de treino árduo, já esgotados, 17 homens que dedicaram seu sábado a um sonho ainda arrancam força dos pulmões para gritar "GUARÁ! VERMELHO-SANGUE! INCONFIDÊNCIA!". Para gritar ao mundo que amamos o Rugby.

Eu sou Guará. Vermelho-Sangue. Inconfidência. Eu sou Rugbier.

Fellipe Eduardo Gerçossimo

Rugby brasileiro atrai estrangeiro

31/01/2012
Rugby brasileiro atrai estrangeiro

A crescente economia do Brasil fez com que o número de estrangeiros registrados junto ao Departamento de Polícia Federal no Brasil, em 2011, aumentasse em quase 50% com relação a 2010, segundo dados do Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça.
Assim como na economia, o crescimento do rugby também contribui neste acontecimento.  Inumeros clubes contam com jogadores de diversos paises, argentinos, uruguaios, paraguaios, bolivianos, iugoslávos, sulafircanos, portugueses, chilenos e tantas outras nacionalidades pissam os gramados de futebol agora transformados para o rugby no Brasil. Recentemente o Serra RC, de Caxias do Sul ganhou a colaboração do treinador neozelandês Theo Bennett. O clube, a região e o Brasil ganham com o know-how do coach. Esta conquista retrata o fiel crescimento do rugby.


Conhecimento e otimismo
Theo Bennett possui formação em Educação Física, com diversas especializações. Dentro de campo, chega com experiência adquirida em diversos clubes da Austrália e dos Estados Unidos e clinicas no Fiji.
Logo que se apresenta, Theo demonstra um otimismo contagiante. Os treinos do Serra RC praticamente dobraram em quantidade de jogadores. O clima é de muita motivação. “É o melhor coach que já tivemos” comenta Fabio Vargas, 2° linha do time.

O Serra RC disputará em 2012, o campeonato Gaúcho de XV e o de 7´s masculino e feminino. Conta com um projeto ambicioso de estruturação e gestão nos moldes clube-empresa. A vinda do treinador é uma das ações, quiçá a mais visível,  que o clube colocou em pratica após desenvolver o seu planejamento estratégico.
“...não se trata de uma ação isolada, existe um grande trabalho nos bastidores que objetiva dar sustentabilidade a um projeto de longo prazo” comenta Aldo Tamagusuku, conselheiro do clube serrano.


Um neozelandês gaúcho*
Esta é a segunda passagem de Bennett por Caxias do Sul. Em 1990, ele chegou ao Brasil pela primeira vez como intercambista. Acolhido na casa de uma família caxiense, ele se adaptou à cultura e aprendeu o básico do português. Hoje, apaixonado por Caxias, fala tchê e toma chimarrão como um gaúcho nato. Muito mais do que o idioma, que aos poucos vai sendo assimilado, o neozelandês diz que levou como exemplos para a vida e para o esporte alguns dos princípios gaúchos que aprendeu por aqui:

– Fui criado em uma fazenda na Nova Zelândia e me adaptei fácil ao Rio Grande do Sul. Identifico-me muito com as qualidades do gaúcho, que luta pelos seus ideais e não desiste diante dos desafios. No rúgbi, essas qualidades são fundamentais.
O futuro se mostra muito promissor para o Serra RC e para o rugby da cidade.

*Fonte: Jornal Pioneiro

Confira a página do Facebook que treinador Theo Bennett criou para transmitir suas experiências no Brasil:facebook.com/pages/Treinador-Theo-Bennett

As seguintes empresas patrocinam o Serra RC nesta temporada: Visão Internet, Expresso São marcos, Academia Athletic Body Fitness, e Photo Virtual.

Confira abaixo as fotos do Theo treinando times da Austrália, Estados Unidos, e Fiji.

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Mais vantages SulBack

11/01/2012
Mais vantages SulBack

Desde 2009 a SulBack vem suando a camisa para oferecer aos simpatizantes pelo rugby, diversas opções de produtos que retratam a sua paixão pelo esporte.

Além dos uniformes de jogo, a linha de produtos personalizados é uma solução pronta que a SulBack passa a oferecer para atender aos nossos clientes. Ocupando um importante lugar no planejamento dos clubes como fonte de receita e exploração do marketing.

Entre em contato e conheça mais esta vantagem de fazer seu uniforme conosco!

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Fernando Portugal, o capitão do Brasil 7´s

28/12/2011
Fernando Portugal, o capitão do Brasil 7´s

O jornal Pioneiro entrevistou o capitão do selecionado brasileiro de sevens Ferando Portugal.

A entrevista ocupa uma página inteira no caderno de esportes, com o titulo "Poderemos ir muito longe". No texto se menciona o Portugal como crack e referência nacional a modalidade, o cenário que ocupa o rugby brasileiro no continente e os comerciais da Topper, entre outros temas.

Segue o link para ler na integra.

SulBack na mídia

21/12/2011
SulBack na mídia

Na foto Aldo e Sheila junto ao Gestor de Alto Rendimento da CBRu, Antonio Martoni Neto.

Com o título "Está ficando grande e independente", o jornalista João Paulo Mileski publicou uma entrevista sobre a história da SulBack. A matéria foi veiculada no blog Terceiro Tempo da RBS, filiada á Rede Globo.

Veja como foi e conheça um pouco mais sobre a nossa marca:


Está ficando grande e independente

Naquela linha de raciocínio adotada pela Topper, que prevê o rúgbi grande no Brasil, pode-se dizer que a modalidade está, atualmente, no meio da jornada.
Por exemplo: viver do rúgbi era inimaginável há menos de meia década. Para quem não joga, então, quase impossível. Mas a mudança de panorama foi tamanha de lá para cá, que já há quem se dedique exclusivamente ao rúgbi como gerador de renda.


Aldo, 35 anos, é um dos primeiros não jogadores a apostar no rúgbi como profissão no Brasil. O argentino, residente no Brasil desde 2003, exercia um cargo bastante estável numa empresa multinacional de Caxias do Sul e, nos finais de semana, percorria o Rio Grande do Sul com a loja itinerante da marca criada por ele, a Sul Back, que comercializa produtos e acessórios de rúgbi. Na medida em que as vendas foram crescendo, Aldo foi começando a acreditar que era possível unir o útil ao agradável e resolveu, então, apostar todas as fichas na previsão da Topper. Não apenas ele renunciou ao emprego, mas também a esposa, Sheila, que trabalhava com comércio exterior. A decisão levou alguns meses para amadurecer. E foi preciso, acima de tudo, muita convicção para levá-la adiante.


- Alguns me chamaram de louco por declinar dos benefícios que outorga uma grande empresa, ainda mais quando eu dizia que iria me dedicar especificamente ao mercado do rúgbi, algo que a maioria desconhecia – conta Aldo.
Meses depois da decisão, o casal segue consciente dos riscos, mas continua, também, testemunhando uma demanda cada vez maior de clientes, o que aumenta a cada dia a certeza de que tomou a decisão correta. E mesmo que o lucro financeiro não tenha alcançado, ainda, os trabalhos anteriores, Aldo e Sheila já garantiram, de antemão, um ganho de satisfação em tempo integral.


- Como simples empreendedor, o ganho está na satisfação de ver o resultado do trabalho próprio. Mas se tratando de rúgbi e dos valores das pessoas que o praticam, o principal ganho foi poder conhecer pessoas, lugares e culturas diferentes. É um ambiente muito agradável e fácil de fazer boas amizades. Percorremos mais de 25.000 km com a nossa proposta de loja itinerante e, em cada evento que participamos, guardamos o carinho e receptividade das pessoas. A maior satisfação é poder trabalhar com algo que se gosta tanto. Tudo isso é muito gratificante e nos enche de responsabilidade, pois o espírito do rúgbi não se compra em loja, e ver pessoas nos reconhecendo como parte da família é o maior motivo de orgulho e gratidão por este esporte – relata o argentino.

Link:http://wp.clicrbs.com.br/terceirotempo/2011/11/23/esta-ficando-grande-e-independente/?topo=2,1,1,,,77

 

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