Bola viva: com Carlitos Baldassari

12/03/2014
Bola viva: com Carlitos Baldassari

Bola viva: com Carlitos Baldassari, bate papo descontraído e direto, mantendo a bola em jogo com perguntas e respostas. Conheça mais sobre este grande jogador e treinador do Farrapos, e sua laureada trajetória. Sem desperdiços.

Primeiros passos no rugby: Comecei a jogar rugby com 6 ou 7 anos, no Salto Rugby Clube. Os meus pais me apoiaram, pois costumava ter muita energia acumulada para gastar.

Idade: 34, de Salto, Uruguai.

Profissão: Treinador de rugby.

Como conheceu o rugby: Por amigos.

Onde já jogou: Salto Rugby, Pucaru, Champagnat, Los Teros (XV e 7's) Farrapos Rugby Clube.


Um time: Los Teros, acho que sempre tem que almejar jogar pelo seu pais. Defendendo o Uruguai no mundial 2003, com certeza foi o me ápice como jogador.

A importância do treino: Fundamental. No caso do rugby, por ser tão complexo, tem que treinar e se dedicar muito.

O exercício que mais gosta: Exercícios de manuseio de bola e destreza.

O exercício que mais odeia: Não odeio, mais não me sinto a vontade treinando supino e musculatura de praia.

Posições que já jogou: Menos na primeira linha, já joguei em todas as posiçoes do XV, e no sevens joguei de pilar.

Qualidade dentro de campo: Gosto de chamar o jogo e participar o máximo possível.

Aspecto que mais trabalha para melhorar: Estudar rugby, assisto muitas partidas e gosto de achar a solução para problemas dos jogos, visão sistémica, e como aproveitar as vantagens criadas no campo.

Partida inesquecível: Uruguay x Georgia, Copa do Mundo de Rugby 2003.


Para ser um bom atleta é preciso: Objetivos. Disciplina, vontade de treinar, respeito, e sacrificar algumas coisas.

Qual a sua motivação: Vencer, acredito que sempre que se participa de qualquer esporte tem que ter mentalidade vencedora, deixar uma referencia para futuros jogadores de rugby.

Com ou sem ombreiras: Sem.

Com ou sem scrumcap: Sem.

Travas: Aluminio 16mm, dependendo do campo, plastico.

Tem amuleto?: Não.

Superstição antes do jogo: Gosto de falar com o meu pai e receber conselhos.

O árbitro de rugby é: Um jogador a mais, sem ele não teria jogo.

Para onde o rugby já te levou? Conhecí países e cidades maravilhosas, como Sidney, Brisbane, e Perth, na Australia. Nos Estados Unidos Las Vegas, e Los Angeles. Países como Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, México ... me levou até lugares impressionantes. Atualmente, o rugby é o responsável pela minha residência em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

 Maior sacrifício já feito pelo rugby: Deixar longe a minha família de sangue, e abandonar uma carreira universitária pelo rugby.

Já jogou machucado?: Algumas vezes.

Histórico de lesões: Recente cirurgia LCA.


Seu melhor tackle: Não tenho nenhum especifico.

Comida preferida no terceiro tempo: Churrasco, fernet com coca.

O seu melhor terceiro tempo: Depois da marcante vitoria Uruguay x Georgia, com direito a foto com a Webb Ellis Cup.

Quando descobriu que estava apaixonado pelo rugby: Aos 14, quando troquei uma bicicleta por uma bola de rugby.

O rugby é: Um estilo de vida.


Rugbier brasileiro: Um rugbier que vem achando sua identidade de jogo.

Se não jogasse rugby, você seria?: Medico

Um sonho: Consolidação do meu time actual como um clube de rugby completo, permitindo e assegurando futuras gerações de jogadores de rugby.

Carlitos por Carlitos: Um uruguaio simples, que adora a sua família. Viciada em rugby que desfruta o que faz, e que tem a sorte de que o seu trabalho e paixão estejam juntas.


Agradecemos imensamente ao Carlitos por participar do Bola Viva do nosso blog, e pelo exemplo de rugbier que é, o qual temos testemunhado de perto desde que arribou ao Brasil.

Se quiser assistir a partida preferida do Carlitos, Uruguai x Georgia pela Copa do Mundo 2003, aqui deixamos o link. Ele entrou em campo com a camisa #11: http://www.youtube.com/watch?v=O3UyB9lEqLA

Créditos das fotos: JP Milesky/Serra Nossa-Divulgação.

Vídeo: Serra 75x0 Walkirians

10/03/2014
Vídeo: Serra 75x0 Walkirians

Serra e Walkirians protagonizaram o 1º Desafio de rugby Festa da Uva, no marco das celebrações da 30º Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul.

Confira o vídeo clipe do evento: youtube.com/SerraxWalkirians

A partida contou com a presença do Secretário de Esportes da cidade, Washington Stecanela Cerqueira, quem premiou os jogadores de ambas as equipes e entregou o Troféu ao time vencedor.

No jogo prevaleceu o diferencial técnico e fisico do time do Serra, que prepara o seu elenco principal para estreiar pelo Campeonato Gaúcho 2014 da 1a Divisão, no próximo sábado, quando enfrente o Charrua de Porto Alegre. O ponto alto do time serrano quiças esteja na segunda e terceiras linhas, com o acréscimo técnico que outorgam os seus bons jogadores argentinos no plantel.

Por sua parte, o Walkirians realiza pretemporada de cara á segundona gaúcha, com intensivos treinos fisicos, e teve no scrum o melhor do seu jogo. Retornando assim, ás suas origens, quando contava com um dos packs mais pesados do estado. O time contou com a contribuição do Jardel Vettorato, realizando uma clínica para aprimorar este quesito. 

A temporada está logo aí, e a excelente iniciativa do Serra Rugby Clube, junto ao poder público da cidade, trouxe beneficios para todos os envolvidos. O rugby caxiense agradece.

Créditos das fotos: Fernando Pedro Meinero e Anésia Jardim Muller.

Não perca os nossos vídeos, subscriba-se no nosso canal do Youtube: http://www.youtube.com/channel/UCDuJKa8_oFdoP5VboGbBHBw

Camisas de rugby, alfajores e uma filial internacional

24/02/2014
Camisas de rugby, alfajores e uma filial internacional

O nosso colecionador de hoje é o fundador da filial Brasil do Club Atlético Talleres de Córdoba, Argentina. Referente do Talleres Rugby Clube, de Recife e proprietário da empresa "T" Alfajores.

Conheça a sua coleção de camisas de rugby e um pouco da sua história.

Olá amigos, meu nome e Cesar, sou argentino e me chamam de "Velho", jogo no Talleres Rugby (clube argentino com filial em Brasil, Recife e tenho 41 anos...).

Como conheceu o rugby?

Comecei a jogar com 32 e já conhecia o rugby desde criança já que na Argentina é muito praticado.

 

Conte-nos um pouco como surgiu sua paixão por camisas de rugby e quando você começou a colecionar.

Fiz as primeiras compras de camisas pela internet já morando no Brasil (Escócia, Ulster e Irlanda) na Argentina já tive camisas de seleções e replicas de clubes.

 

Atualmente, quantas camisas de rugby você tem em seu acervo e qual o foco de sua coleção?

 Atualmente tenho 30 camisas de diferentes clubes, países e seleções dentre elas Recife Rugby, Seleção de Pernambuco, Piauí R.C, Bastardos R.C, Paulista R.C, Sindicato da 1ra Linha, Seleção brasileira.

Seleção Argentina, seleção de córdoba, Catriel r.c., Talleres rugby, Jockey Club de Rio IV, Palermo Bajo, Carlos Paz R.C, Universitário R.C.

Seleção espanhola, Ulster R.C. (Irlanda) e Maria Victoria Cricket Club (Uruguai) e ainda pretendo continuar comprando e trocando principalmente camisas de clubes brasileiros e de outros países.

Você tem alguma camisa que considera especial? Qual a maior relíquia em sua coleção? 

Tenho muitas especiais, mas acho que a mais especial é o primeiro piloto que foi feito do Recife Rugby, azul escuro com detalhes vermelhos (primeiro clube do norte nordeste brasileiro) relíquia comprada em 2012 em uma subasta para arrecadar fundos para a Federação Pernambucana de Rugby, é muito linda e guardo ela com muito cuidado.

Qual camisa considera a mais bonita de sua coleção?

 Também tenho muitas bonitas, mas acho que a mais bonita e a edição centenário do Talleres Rugby, não só ficou bonita se não porque tivemos grandes conquistas com ela e com o grupo que formamos, também tem um valor sentimental muito grande para os torcedores do clube que fez 100 anos em 2013. (Club atlético Talleres, de Córdoba).

Qual camisa ainda não está em seu acervo e que deseja conseguir?

 Ainda me falta o modelo 2014 do Talleres Rugby.

Qual o conselho para quem está começando agora?

E espero que quem tiver a oportunidade de comprar e vestir camisas de rugby saiba valorar e divulgar o esporte para que seja mais conhecido, dia trás dia, no Brasil todo e também divulguemos os valores que tanto diferenciam nosso rugby do resto dos esportes...

Agradecemos ao Carlos "Velho" pela sua atenção, e desejamos sucesso com a filial, com os alfajores e vida longa para o Talleres Rugby Clube!

 

Se você também é colecionador de camisas de rugby, ou conhece algum, entre em contato com a gente para fazer uma entrevista e mostrar suas relíquias. E-mail: contato@sulback.com.br 

 

 

Mamutes x Canfora. Episódio II

22/02/2014
Mamutes x Canfora. Episódio II

O jogo exibição entre os Mamutes do Farrapos e o Canfora Rugby deram ao Bento 7's um atrativo especial. Foi a segunda edição do jogo entre amigos dentro do Bento 7's, e já se transformou num classico.

https://www.facebook.com/photo.php?v=272990592864351&set=vb.112097625620316&type=2&theater

 

Os times são formados por um mix de veteranos e forwards que não participam do circuito de rugby 7's. Com a única finalidade de se divertir em campo, e fora dele.

Brincando, mas jogoando muito duro, os costumes do rugby como a confraternização e a amizade são divulgados para uma paltéia que já adotou a partida como mais um grande atrativo dentro das finais do campeonato gaúcho de rugby.

No final da partida, o que prevalece é a alegria e a satisfação por fazer, o que por muito tempo, foi a rotina dos sábados dos jogadores mais antigos do estado.

Fotos: Deise Laura Battistello, José Carlos Sandi e Bruno Leonardelli.

Vídeo: Alexandre Massutti

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Conheça o Marcus Alex, e suas dicas de colecionador de camisas

17/02/2014
Conheça o Marcus Alex, e suas dicas de colecionador de camisas

Meu nome é Marcus Alex. No rugby me chamam "Catarina", apelido que ganhei no Rio grande do Sul em função de ser catarinense. Morei 9 anos em Caxias do Sul onde conheci o rugby e a minha esposa, e me mudei para Florianópolis há 6 meses onde, infelizmente, precisei deixar de praticar o rugby em função de compromissos pessoais.

Como conheceu o rugby?

Conheci o rugby em uma partida de futebol! Fui assistir à uma partida do Caxias pelo campeonato brasileiro e, no intervalo, a equipe do Serra fez uma apresentação. Aquilo me chamou a atenção, mas depois acabei me esquecendo até que um dia parei para assistir uma partida do Six Nations na TV e lembrei da apresentação. Acabei procurando o clube e me apaixonei pelo esporte.

Conte-nos um pouco como surgiu sua paixão por camisas de rugby e quando você começou a colecionar.

Sempre gostei de coleções, desde figurinhas à latas de refrigerante quando criança/adolescente. Quando adulto e já com algum dinheiro comecei colecionando camisas de futebol. A partir do momento em que conheci o rugby dei prioridade para essas camisas.

Atualmente, quantas camisas de rugby você tem em seu acervo e qual o foco de sua coleção?

Tenho algo em torno de 40 camisas de rugby (sim, não sei o número exato) e umas 100 em toda a coleção. Não tenho um foco específico, geralmente compro aquelas camisas que me agradam. Tenho camisas das grandes seleções e de pequenos clubes.

Você tem alguma camisa que considera especial? Qual a maior relíquia em sua coleção? 

Na verdade considero especiais todas as camisas que defendi como jogador: Serra, Walkirians e Cânfora; aprendi muito nesses clubes e fiz grandes amigos; não há nada mais especial que isso. 


 

Qual camisa considera a mais bonita de sua coleção?

No momento considero a primeira camisa da Itália feita pela Adidas. Mas como escolho as camisas por estética logo aparecerá uma mais bonita. Menção honrosa para a camisa "Orgulho Farrapo" do Farrapos, captou muito bem o espírito gaúcho.


Qual camisa ainda não está em seu acervo e que deseja conseguir?

A camisa de Gales da Copa do Mundo de 2011!

Qual o conselho para quem está começando agora?

Primeiro lugar tem que gostar e saber que é dispendioso. Um conselho prático que dou é evitar lançamentos pois o preço é alto. No mais é cuidar bem e ser feliz.



Agradecemos ao Marcus "Catarina" pela sua atenção, e desejamos que logo consiga retornar novamente aos gramados.

Se você também é colecionador de camisas de rugby, ou conhece algum, entre em contato com a gente para fazer uma entrevista e mostrar suas relíquias. E-mail: contato@sulback.com.br 

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